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Painel 'Consciência Negra'Produzido cooperativamente pelos alunos.

Painel ‘Consciência Negra’
Produzido cooperativamente pelos alunos.

O comportamento bullyinista frequentemente começa quando a criança ou adolescente não quer aceitar uma diferença, podendo envolver religião, raça, estatura física, peso, cor dos cabelos, deficiências visuais, auditivas e vocais; ou uma diferença de ordem psicológica, social, sexual e física; ou relacionado à força, coragem e habilidades.¹

Mudar mentalidades, superar o preconceito e combater atitudes discriminatórias são finalidades que envolvem lidar com valores de reconhecimento e respeito mútuo, o que é tarefa para a sociedade como um todo. A escola tem um papel crucial a desempenhar nesse processo. Em primeiro lugar, porque é o espaço em que pode se dar a convivência entre crianças de origens e nível socioeconômico diferentes, com costumes e dogmas religiosos diferentes daqueles que cada uma conhece, com visões de mundo diversas daquela que compartilha em família. Em segundo, porque é um dos lugares onde são ensinadas as regras do espaço público para o convívio democrático com a diferença. Em terceiro lugar, porque a escola apresenta à criança conhecimentos sistematizados sobre o País e o mundo, e aí a realidade plural de um país como o Brasil fornece subsídios para debates e discussões em torno de questões sociais. A criança na escola convive com a diversidade e poderá aprender com ela. (PCN, 2001, p.21)

Painel Brasil de RaçasProduzido cooperativamente pelos alunos.

Painel Brasil de Raças
Produzido cooperativamente pelos alunos.

A escola possui a oportunidade de criar um ambiente em que a aceitação do outro seja a ordem do dia. O objetivo do educador deve ser o de construir em nossas crianças ideias de igualdade e solidariedade, sob um aspecto transformador e justo, que demonstre que bons atos valem mais do que palavras.

O cotidiano da escola permite viver algo da beleza da criação cultural humana em sua diversidade e multiplicidade. Partilhar um cotidiano onde o simples “olhar-se” permite a constatação de que são todos diferentes traz a consciência de que cada pessoa é única e, exatamente por essa singularidade, insubstituível (PCN, 2001, p. 53).

Consciente de todos estes fatores, a escola deve trabalhar o problema Bullying como entidade separada, focando suas atividades em projetos que promovam respeito, amizade, tolerância e aceitação das diferenças.

Painel Brasil IndígenaProduzido coletivamente pelos alunos.

Painel Brasil Indígena
Produzido coletivamente pelos alunos.

Assista abaixo, vídeo em homenagem a Raça Negra, produzido e assistido com nossos alunos no dia da Consciência Negra. Logo a seguir, uma aula de capoeira revelando a riqueza cultural africana herdada pelo Brasil.

Dia 20 de novembro é o dia da Consciência Negra

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[1]Fonte: BULLYING NO AMBIENTE ESCOLAR -Juliana Martins Ferreira/Helenice Maria Tavares

Revista da Católica, Uberlândia, v. 1, n. 2, p. 187-197, 2009 – catolicaonline.com.br/revistadacatolica

[²]Parâmetros Curriculares Nacionais; Pluralidade Cultural e Orientação Sexual. Ministério da Educação; 2001.

[³] http://monografias.brasilescola.com/pedagogia/a-discriminacao-racial-seus-reflexos-no-processo-ensino.htm

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